Testemunho do Francisco

Francisco

Vivam! O meu nome é Francisco!

Tenho 18 anos e sou natural de Viseu.

Por minha casa, somos dois: eu e a minha mãe. Tenho presente na minha família, além da minha mãe, a minha avó materna, três tios, quatro primos e já dois primos em segundo grau (com menos de um ano).

Tenho a graça de ter uma família onde a fé sempre foi transmitida e vivida. A minha avó sempre me cativou para a participação na Eucaristia Dominical, levando também a minha mãe.

Desde 2011 que sou acólito e, algumas vezes, organista na Igreja do Carmo. Por lá, fui conhecendo algumas figuras ligadas ao Carmelo que me iam «abrindo o apetite» para esta realidade eclesial. Anos mais tarde, quando as Carmelitas Missionárias Teresianas começaram a apoiar a Igreja do Carmo, comecei a conhecer e a entender a espiritualidade teresiana.

No Verão de 2014, fui até Ávila (cidade onde nasceu Santa Teresa de Jesus) com as Missionárias Teresianas. Esses dias marcaram-me imenso porque me abriram muito para o conhecimento desta Santa Carmelita com grandes novidades que lhe advinham do encontro pessoal com Jesus.

Em Janeiro deste ano (2015), através também das Carmelitas Missionárias Teresianas, participei no Rumos, um encontro que me deu a conhecer física e espiritualmente o Carmelo Descalço.

Desse magnífico encontro, orientado pelos três ramos desta Família (Irmãs, Padres e Seculares), o que mais me marcou e marca o meu caminho de discernimento vocacional (que percorro há alguns anos) foi a «Casa de Comunhão» formada por esta Família em Fátima.

Durante os meses subsequentes fui comunicando com o padre carmelita, da equipa orientadora do Rumos, que me foi ajudando a descobrir o chamamento de Cristo que me apontava para uma escolha de vida radical de entrega a Cristo pelo sacerdócio (que eu já ia pensando), mas também pela consagração religiosa, opção que até então não ponderara, mas que começava a fazer sentido.

O segundo encontro do Rumos foi duplamente rico pois estive novamente em Fátima mas, após o fim-de-semana, passei uns dias com mais dois jovens que sentiam as mesmas interpelações que eu na comunidade de Padres Carmelitas da Foz do Douro, no Porto. O carimbo de Deus, ao fim desta experiência, carregou-se ainda mais e desencadeou em mim a vontade de caminhar com os Carmelitas Descalços. E assim foi. Hoje sou aspirante (tal como os outros dois jovens que estiveram comigo no Porto) e estou muito feliz porque, apesar de o meu contacto com os Carmelitas Descalços contar apenas seis meses, este encontro com o Carmelo Teresiano manifestou-se num enamoramento imediato pelo carisma de Santa Teresa de Jesus e S. João da Cruz, que me falam de Cristo que assumiu a nossa humanidade e habita no centro da nossa alma, formoso castelo onde se deleita este Rei.

Por isso, quero pedir-vos que rezeis por mim, para que percorra um caminho de graça junto dos Carmelitas Descalços e de Deus e que a Virgem Maria, Esplendor do Monte Carmelo, interceda por esta pequena e frágil alma que busca incessantemente a Deus, pois só Ele basta.

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